quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Morada Carioca - Venham morar em são Cristóvão!!! Imóveis para todos os gostos e bolsos!!




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Segundo informações publicadas na Net, você encontra unidades à partir de R$90 mil
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MORADA CARIOCA(RUA GENERAL BRUCE , 72 – SÃO CRISTOVÃO)
PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO: MDL REALTY; CONX CONSTRUTORA E INCORPORADORA CADASTRE-SE . - Minha Casa Minha Vida em São Cristovão.
PREVISÃO DE ENTREGA :INICIO DE 2012.
E VISTA PARA BAIA DA GUANABARA..
MDL Realty lançará 572 unidades em São Cristóvão.
PREÇO MÉDIO DO APARTAMENTO
DE 2 QUARTOS COM VARANDA
apartir de R$ 99 MIL
O empreendimento fica a 300 metros do Pavilhão de São Cristóvão, e alguas unidades terão vista para a Baía de Guanabara. Para atender ao novo perfil de moradia. Fachada Contemporânea / Popular. Terreno de 14.000 m².572 unidades- 4 blocos com 12 pavimentos, apartamentos de 2 quartos 1 banheiro sala cozinha e varanda (45m² e 46,32m² ).Área de Lazer: quadra poliesportiva, piscina Adulta e Infantil, salão de festas, espaço fitness, churrasqueira, playground e lan house.
GANHE ATÉ R$ 23 MIL DO GOVERNO PARA COMPRAR SEU APARTAMENTO. FALE COMIGO!A OPORTUNIDADE DA SUA VIDA EM SUAS MÃOS! APROVEITE AS CONDIÇÕES ESPECIAIS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA
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Venham morar em são Cristóvão!!! Imóveis para todos os gostos e bolsos!!



São Cristóvão
R. Euclides da Cunha, 243 RIO DE JANEIRO - RJ
Paço Real Quinta da Boa Vista
Pronto para morar
Apartamento à venda2 ou 3 dormitórios; 1 suíte2 banheiros1 vagaÁrea útil :67 , 69 , 77 m2
Paço Real é o ponto de encontro de tudo o que há de melhor na região de São Cristóvão de frente à Quinta da Boa Vista.

Minha amiga comprou lá, é bem simpático o apartamento, o valor do condomínio é justo (pelo menos por enquanto!) e a infra é bem legal!
Bjs 1000

terça-feira, 4 de agosto de 2009

São Cristóvão dá um salto para o século 21

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O Bairro Imperial de São Cristóvão, coração do Império no Brasil, perdeu nos últimos 30 anos 20 mil moradores, além de empregos no comércio, serviços e indústria. Mas a flexibilização da legislação da área de preservação histórica e cultural do final de 2004 - aliada à saúde das imobiliárias que buscam novas fronteiras para a expansão de empreendimentos habitacionais e comerciais - tem resultado na revitalização do velho bairro, sede da família real e sua corte no século 19 e vizinho do atual centro financeiro da cidade.Um levantamento da Secretaria Municipal de Urbanismo do Rio de Janeiro demonstra que os projetos aprovados em São Cristóvão já somavam 64 mil metros quadrados no ano passado, em seis edificações. Até março de 2008, 15 mil metros quadrados já haviam sido aprovados pela prefeitura, em apenas dois empreendimentos. A se manter essa média de lançamentos, 2008 poderá empatar ou ultrapassar a expansão do ano passado. Esses dados ganham relevo principalmente tendo-se em conta que, antes de 2006, o último prédio de habitação construído no local data da década de 1970.Outros indicadores também comprovam o aquecimento do mercado imobiliário no bairro. Quatro grandes empreendimentos, que somam 730 unidades habitacionais, já foram licenciados pela prefeitura. E outros três, com mais de 1,2 mil unidades habitacionais, estão sob análise. A prefeitura também informa que 178 certidões de informação (CIs) sobre terrenos foram emitidas em 2007, ante as 80 solicitadas pelas empreiteiras em 2004, antes da nova legislação. Este ano, até o início de novembro, outras 142 CIs haviam sido solicitadas. Esses documentos informam aos interessados em construir qual é a altura máxima permitida para as construções no local, assim como a área total a ser edificada em conformidade com o Plano de Estruturação Urbanística (PEU) do bairro."O parque da Quinta da Boa Vista, os vários museus, duas estações de metrô próximas e o novo PEU tornaram o bairro muito atrativo à iniciativa privada", comenta o empresário José Conde Caldas, presidente da construtora Concal e ex-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ). Caldas também aguarda a licitação para o trem-bala, que unirá Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas (SP), partindo da velha estação Leopoldina, situada no bairro. Caso o investimento ocorra, a revitalização do comércio e serviços na região será imediata, aposta o empresário. "O governo prometeu licitar em março", lembra ele.Mas não é só: a nova legislação em vigor traz importantes mudanças. Ao invés de construções de apenas quatro pavimentos, agora é possível construir edifícios de até 12 andares, com ocupação máxima do terreno inferior a 50% da área. No caso de as novas construções se darem em terrenos de antigos galpões, outros três pavimentos extras são permitidos. A intenção da prefeitura com a medida é preservar os casarões, explica Maria Ernestina Gonçalves da Cunha, gerente de planos locais da região central, da Secretaria Municipal de Urbanismo. "Queremos direcionar a especulação imobiliária para os diversos galpões do bairro, de forma a preservar as áreas residenciais."De olho em tantas mudanças, Caldas investiu num terreno de 4,6 mil metros quadrados que pertencia à fábrica da Brahma e deverá entregar em março o Paço Real, um empreendimento com 260 unidades habitacionais - de dois a três quartos, entre 60 m e 80 m - lançados inicialmente por R$ 2,8 mil o metro quadrado, o que resulta em um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 55 milhões.Além disso, no próximo dia 29, Caldas lançará a Quinta do Conde, um prédio habitacional cercado de lazer e serviço, numa área de 4 mil metros quadrados, com 220 unidades, das quais 100 já estão reservadas, a R$ 3,2 mil o metro quadrado e um VGV de R$ 55 milhões.Para o pioneiro do novo bairro de São Cristóvão, chegar ao local depois de três décadas sem investimentos no bairro exigiu a superação de alguns desafios. "O primeiro deles era colocar preço no imóvel. Não havia parâmetros, pois o último prédio que foi construído por aqui foi há 35 anos", comentou. O jeito foi calcular o custo do terreno, obra, impostos e o valor de empreendimentos semelhantes em bairros como o Recreio.Seu exemplo foi seguido de perto por outras construtoras. A poucas quadras, há empreendimentos da Gafisa, da CHL e da Living. "Todas as grande construtoras estão comprando terrenos dos antigos galpões", garante. Ele próprio confirma estar estudando a possibilidade de comprar terrenos que possam abrigar prédios comerciais, destinados para sedes de empresas, ou outros equipamentos urbanos como cinemas, grandes supermercados e lojas.Segundo Caldas, a chegada de novos prédios residenciais já dará um fôlego novo à prefeitura, que será capaz de investir mais no local. "O terreno da Brahma, por exemplo, pagava de imposto predial R$ 3 mil por ano; depois de termos demolido o galpão, passamos a pagar R$ 130 mil ao ano; e, agora, com o habite-se, serão R$ 340 mil ao ano", calcula.Para Flávio Velloso, diretor de incorporação da MDL, parceira da Concal na Quinta do Conde, São Cristóvão é o bairro de maior potencial de crescimento no Rio de Janeiro. "É muito próximo do centro da cidade e tem uma área turística importante. A Quinta da Boa Vista tem um parque exuberante, há facilidade de acesso e ele representa uma oportunidade para quem quer migrar do Méier, Vila Isabel ou Tijuca para um bairro mais próximo do local de trabalho", resume.Velloso informa que a MDL já comprou um terreno próximo ao Feirão de São Cristóvão de 13 mil metros quadrados, com potencial para 600 apartamentos e um VGV de R$ 85 milhões. "Lançaremos o empreendimento em duas fases, sendo que a primeira já no primeiro semestre do ano que vem", promete. Ali, os apartamentos mais compactos, de 55 ma 75 m, contarão com uma grande área verde e de lazer. O metro quadrado deverá sair a R$ 2,5 mil. "Queremos atrair moradores de uma faixa de renda entre R$ 4,5 mil a R$ 5 mil", explica.Maurício Mendes, presidente da Câmara Comunitária de São Cristóvão, vê o interesse privado no bairro com bons olhos. "Já fomos o segundo maior arrecadador de impostos no estado até a década de 1960, quando o bairro era industrial", comenta. "Queremos voltar a abrigar os 20 mil moradores que deixaram o bairro nas últimas décadas." Segundo ele, a comunidade aplaude o novo desenvolvimento do bairro, no entanto, o acompanha de perto "para garantir os limites de sua preservação".


(Fonte: Gazeta Mercantil, 27/nov)
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

PONTAS DE ESTOQUE EM SÃO CRISTÓVÃO:


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IND
Jeans bonitos e baratos. Produz modelos para grifes como LeeLoo, Maria Bonita, Mariazinha, Isabela Capeto, Farm e Sacada, mas vende as calças sem as etiquetas conhecidas, naturalmente. Os preços compensam: a partir de R$ 59,00. Espaços e provadores separados para modelos femininos e masculinos. Faz consertos e ajustes necessários.Rua Chaves Faria, 364, São Cristóvão, 2589-7738 e 3860-5017. 9h/18h (seg. a sex.) e 9h30/14h (sáb.). Cc.: todos. Trocas: sim.

RYGY

Rua General Argolo, 61, São Cristóvão, 2580-4045 (ramal 132). Seg. a qui., 8h/17h. Sex., 8h/ 16h. Cc.: nenhum. Parcela no mínimo duas peças. Pertinho da fábrica, vende biquínis e roupas de ginástica. Calças legging a R$ 20,00 e tops a R$ 12,80. Biquínis a partir de R$ 20,00. Conforme informação postada a ponta da RIGY agora fica na Rua Fonseca Teles, ao lado do Colégio Brasileiro, aproveitem!!

UNCLE K OFF
Rua da Liberdade, 40, São Cristóvão, 3860-7893. Seg. a sex., 9h/17h. Sáb. 10h/14h. Parcela a partir de R$ 100,00. Bolsas de coleções passadas ou com pequenos defeitos pela metade do preço. Modelos de couro a R$ 49,00. MUDOU DE ENDEREÇO, quando achar posto aqui!!

Algumas fábricas não possuem ponta de estoque, mas tem fábrica em São Cristóvão, como a FARM, MARIA BONITA e BOTSWANA. Qualquer mudança eu posto aquí!

Beijos 1000
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Significado das Horas Iguais 11:11, 22:22

Em toda a história da humanidade, sempre tentamos entender os mistérios e relações da natureza e dos fenômenos naturais com nossa existência...